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domingo, 12 de julho de 2020

Homem é baleado em tentativa de homicídio em Jacobina

Um homem identificado como Ednilson Souza da Silva, 44 anos, conhecido por Dodão, foi vítima uma tentativa de homicídio na manhã deste domingo (12), na Rua Ubaldino Mesquita Passos, no bairro da Caeira, em Jacobina-BA.

Segundo informações preliminares, passadas por uma moradora do bairro, pelo menos 8 disparos puderam ser ouvidos, sendo que 7 o atingiram: 3 no braço e 4 no tórax. Dodão estava na frente de uma casa quando os atiradores chegaram em uma moto e abriram fogo.

Ele ainda correu para dentro da casa, mas foi baleado e caiu, sendo socorrido por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital Municipal Antônio Teixeira Sobrinho (HMATS). Segundo informações colhidas pelo Jacobina Notícias, Dodão havia sido detido na noite de sexta-feira (10), durante uma abordagem policial em um bar na região do aeroporto de Jacobina, conhecido como Zé Paraíba.

A mãe da vítima é proprietária de um bar, próximo ao local onde ele foi atingido pelos disparos. Não há informações sobre a autoria e motivação da tentativa de homicídio. Mesmo alvejado e perdendo sangue, ele estava consciente quando deu entrada na unidade.
Fonte: Jacobina Notícias

Mulher é assassinada na Bahia e criminoso aponta marido da vítima como mandante

Uma mulher foi baleada e morta durante um assalto, ocorrido na sexta-feira (10), enquanto trabalhava em um ferro-velho localizado no bairro de Monte Castelo, em Teixeira de Freitas. O autor do crime acabou sendo detido pela polícia e afirmou que o marido da vítima foi o mandante.
De acordo com moradores do local, um homem chegou ao ferro velho com dois sacos de latinhas para venda. A vítima, identificada como Nayele Alves Ribeiro, de 31 anos, pesou e foi até o escritório para pagar pelo material. O acusado anunciou o assalto, atirou e fugiu com a bolsa da vítima.

Uma hora após o assassinato, o homem foi preso por policiais que conseguiram identificá-lo com a ajuda da descrição das testemunhas. Para os policiais, o suspeito acusou o marido da vítima de tê-lo contratado para cometer o crime.

Segundo policiais, o autor dos disparos afirmou é morador de rua e estava próximo a um shopping da cidade pedindo dinheiro para comer quando o marido de Nayele se aproximou e lhe deu dinheiro para comer, perguntando logo em seguida quanto ele cobrava para assassinar a mulher.

O autor do crime disse que recebeu R$ 1.500 do suposto mandante. O possível mandante e o suposto autor do crime foram encaminhados para a delegacia de Teixeiras de Freitas. O marido de Nayele negou a acusação.
Fonte: Varela Notícias

Universitárias constroem projeto social voltado para estudantes de escolas públicas de todo o Brasil

Os estudantes da rede pública de ensino estão há mais de 4 meses sem aula, e diante do panorama causado pelo COVID-19 não existe qualquer perspectiva para que voltem às aulas assim. Nesse contexto, duas estudantes de Direito da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Baiana de Direito (FBD) criaram um projeto que visa diminuir os impactos causados na vida estudantil desses alunos.

Intitulado de REC (Reforço Educacional em Casa), o projeto surgiu através de uma ideia de Adriele Almeida, 22 anos, e Thaís Neves, 25, e possui o objetivo de contribuir com os estudos dos alunos da rede pública. “O Projeto nasceu da nossa vontade de diminuir, ao máximo, a distância entre alunos das escolas públicas e particulares, sendo que esta última continua oferecendo aulas para os estudantes, ainda que remotamente, enquanto que crianças e jovens da rede pública estão parados há meses. Eu e Thaís tivemos, e temos, acesso a educação de qualidade, nos consideramos privilegiadas por isso. Se possuímos esse privilégio, porque não compartilhar um pouco com outros alunos?”, contou Adriele.

Adriele concedeu entrevista
Em entrevista, Adriele respondeu perguntas sobre o funcionamento do Projeto:

CN – Qual o objetivo do Projeto REC?

Adriele Almeida – O nosso Projeto tem como objetivo ajudar os estudantes da rede pública, principalmente diante da pandemia causada pelo COVID-19 em que os alunos estão sem aulas há mais de 4 meses. Nosso time quer levar para esses estudantes artifícios que existem na rede particular, mas não encontramos no ensino público, como, por exemplo, módulos para prática de redações, aulas individuais com monitores para tirar dúvidas de assuntos específicos e também apostilas divididas por temas, porque acreditamos que dessa forma os professores conseguem atuar diretamente na dificuldade do aluno.

CN – O que o Projeto oferece?

Adriele Almeida – Nosso Projeto oferece aulas de todas as disciplinas da grade curricular: língua portuguesa, matemática, história, geografia, física, química, biologia, entre outras. Além disso, estamos oferecemos aulas e correção de redação para alunos do Ensino Médio ou concluintes da rede pública que possuem o objetivo de prestar vestibular. Temos, também, cursos de idiomas (inglês e espanhol) com professores fluentes e com experiência.

CN - É preciso pagar algum valor para participar?

Adriele Almeida – Não. Nosso projeto é 100% gratuito.

CN – As inscrições já estão abertas? Quem pode se inscrever? Como as pessoas interessadas podem se inscrever?

Adriele Almeida – Sim, as inscrições já estão abertas, não é preciso pagar nada e todo e qualquer estudante da rede pública pode participar. Para se inscrever é só ir até o nosso Instagram (@rec.educ) e no perfil terá um link em que o aluno será direcionado para a página de inscrição.

CN – Quando as aulas serão iniciadas?

Adriele Almeida – Algumas turmas já iniciaram as aulas, a exemplo 2 turmas de Redação. Na próxima quinta-feira (15) iniciaremos 6 turmas de inglês. Para todas as outras turmas do Ensino Médio, as aulas começam dia 20 de julho, mas abriremos turmas sempre conforme a demanda, ou seja, sempre que existir novas inscrições.

CN – Como funcionarão as aulas?

Adriele Almeida – Escolhemos duas plataformas: o Google Meet e o Classroom, mas caso o aluno não consiga acessá-las, iremos gravar as aulas ou fazer atendimento individual via WhatsApp. Nosso time tem se movimentado para que a gente se adeque a realidade dos estudantes.
Fonte: Calila Noticias

Paciente de Jacobina adquire coronavírus pela segunda vez

Recidiva é o nome dado para o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura. E esse é um dos assuntos mais discutidos por profissionais da saúde e cientistas ao redor do mundo. Na cidade de Jacobina esse tema vem à toma, após surgir um paciente que adquiriu a Covid-19 pela segunda vez. Por motivos de ética, não nos foi passada a identidade do paciente, apenas que se trata de um homem de 33 anos.

De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, todos que recebem alta médica, são orientados a manterem as mesmas medidas de prevenção de antes. “Informamos aos pacientes recuperados que continuem usando máscaras, fazendo a higienização das mãos e tomando todos os cuidados, pois as pesquisas ainda são inconclusivas no que se refere a reinfecção do vírus” contou a diretora da Vigilância Epidemiológica, a enfermeira Aline Cecília.

A cidade chegou neste domingo, 12 de julho, a 243 casos positivos da Covid-19, sendo que: 69 destes já receberam alta médica, 20 são casos importados, 03 óbitos e 151 ainda aguardam em isolamento (residencial 148 e internados 03).

O Jacobina Notícias buscou mais informações sobre casos de pacientes que adquiriram o vírus pela segunda vez e notou que este é um tema que ainda traz diversas opiniões por parte dos profissionais, como você poderá conferir abaixo.

Ministério da Saúde - “De acordo com a literatura médica, existem casos de pacientes curados de Covid-19 que voltam a apresentar um novo episódio da doença, mas não existem certezas se estes quadros representam uma nova infecção ou uma recidiva do quadro inicial. Faltam evidências científicas se são resquícios da mesmo infecção”, concluiu o Ministério da Saúde, que disse que mais estudos devem ser realizados para tentar sanar as lacunas.

OMS – A Organização Mundial de Saúde afirma que não há evidências de que pessoas que se recuperaram da Covid-19 tenham anticorpos contra a doença. Ainda não é possível saber se a reinfecção ocorre de fato. Isso tem sido objeto de estudo no mundo todo.

Cientistas ainda não tem resposta - “Temos que levar em consideração os linfócitos e avaliar a imunidade inata. A maioria das pessoas não desenvolve a doença. Você sabe que as crianças e os jovens são um grupo de menor risco. Por isso, gente precisa olhar para a imunidade inata. A gente não pode imaginar uma vacina contra o vírus só com base nesses anticorpos [do estudo]”, disse Cabral.

Portanto, o caminho científico para afirmar que os seres humanos podem ter uma reinfecção pelo Sars CoV-2 ainda está em aberto.
Fonte: Jacobina Notícias

Apresentadora da Record Bahia causa polêmica com discurso alinhado a Bolsonaro (vídeo)

Apresentadora da Record Bahia, Jessica Smetak afirmou que os leitos nos hospitais estão sendo ocupados por pessoas saudáveis e minimizou a campanha “Fique em casa”, ação tomada incentivando o isolamento social. A fala polêmica ocorreu na edição do telejornal da última quinta-feira (9). A manifestação veio alinhada ao discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que por diversas vezes pediu o fim da quarentena.

“O prefeito não já disse que só retoma a economia quando chegar a 75% dos leitos ocupados?”, questionou no Bahia No Ar. “Mas como esse número vai cair se estão mantendo pessoas sem doença nos leitos? Quem é que quer esses números altos? Eu não quero”, disse.

A contratada da emissora da emissora do bispo Edir Macedo fez referência ao anúncio da retomada das atividades econômicas de Salvador pelo prefeito ACM Neto e o governador Rui Costa. Jessica, então, polemizou: “Enquanto tiver números altos, vai reinar aquela orientação dos políticos: ‘Fique em Casa’. Não aguento mais ver gente desesperada passando fome, sinaleira cheia de gente, pessoas pedindo comida dentro dos mercados. O nosso povo está sofrendo por causa do ‘Fique em Casa’”.

Para Smetak, o fato de “ficar em casa pode salvar vidas, cada vida que perdemos para a Covid importa, são pessoas amadas que se foram”, mas ponderou: “Precisamos olhar também para o outro lado. Cobrar outras soluções além do fique em casa, pois fome também mata”, reclamou, ao vivo, na Record Bahia.

Como argumentou para o seu discurso, a apresentadora revelou que na porta da emissora tem dois pontos de ônibus que viraram casa para duas pessoas. “Quando chego para trabalhar, eu vejo. Duas mulheres que não tem nem um cobertor direito para se aquecer. Cadê o lar para essas pessoas? Cadê o trabalho?”, perguntou.

“Não posso mandar você ‘Ficar em Casa’ porque eu não estou em casa, estou saindo todos os dias para trabalhar. Eu preciso me sustentar e, graças a Deus, no momento desses eu tenho meu emprego, estou indo no mercado porque eu preciso comer. Então, não vou falar ‘fique em casa’ quando tem gente passando fome, beirando miséria na rua. Seria egoísmo meu, egoísmo nosso”, opinou.
Confira o vídeo abaixo:

Vereador participa de festa junina e grita: 'viva o coronavírus' (vídeo)

Vereador da cidade de Jataí, no estado de Goiás, Thiago Maggioni (PSDB) aparece em um vídeo que circula nas rede sociais gritando "viva o coronavírus", durante uma festa junina. Na gravação, que já circula nas redes sociais, o vereador está reunido com pelo menos outras 20 pessoas sem máscara e surge no meio da roda com um microfone à mão.

A festa aconteceu em Serranópolis, na divisa com a cidade de Jataí, no último final de semana, segundo a TV Anhanguera, afiliada da TV Globo. Em Jataí, já são 573 casos notificados de coronavírus e oito mortes provocadas pelo vírus.
O vereador não se pronunciou sobre o caso. Na cidade onde ocorreu a festa, um decreto estabelece multa de R$ 150 para quem sair de casa sem máscara. No caso de aglomerações de pessoas, é prevista uma multa de R$ 1.500.

O coronavírus já matou, segundo o boletim mais atualizado do Ministério da Saúde, 70.938 pessoas no Brasil e infectou 1,8 milhão de pessoas.
Fonte: Correio

sábado, 11 de julho de 2020

Auxílio emergencial leva eleitor do PT a apoiar Bolsonaro

A agricultora piauiense Maria da Paz Silva Maia, de 31 anos, acorda todos os dias às 4 da manhã. Na aurora, ela acende um fogão à lenha e põe sobre ele uma panela com água potável para fazer café coado. Ainda em jejum, abre uma saca de milho e despeja três punhados do grão para meia dúzia de galinhas que ela cria soltas no quintal sem cerca. Na sequência, prepara cuscuz para a primeira refeição do dia. Tanto o café moído quanto a farinha usada no cuscuz e até mesmo os grãos distribuídos para as aves foram comprados por Maria da Paz com o auxílio emergencial, benefício de R$ 600 destinado aos trabalhadores informais, autônomos e desempregados em função da pandemia de coronavírus.

Ivanildo Correa, de 35 anos, tem uma roça de 5 hectares nos cafundós do Piauí. Planta arroz, feijão, mandioca e milho. Na semana passada, percorreu mais de 100 quilômetros desde sua casa e foi ao centro do município de São Raimundo Nonato, a 525 quilômetros de Teresina, comprar farelo para alimentar porcos, uma peneira agrícola de classificar grãos e uma bicicleta para a filha de 12 anos. Ele também usou o dinheiro enviado pelo governo federal para bancar essas despesas. Assim como Maria da Paz e Ivanildo, a trabalhadora rural Izamaura Matias, de 26 anos, foi às compras graças ao programa. Botou na sacola do mercado farinha de mandioca, leite em pó, trigo, sal e fermento para fazer pão francês. Aproveitou e levou um par de sandálias Havaianas, pois as que usava estavam com as tiras amarradas com arame.

Além da súbita bonança trazida pelo auxílio, os três têm em comum o fato de morarem em Guaribas, a 660 quilômetros da capital piauiense, considerado no passado o município mais pobre do país. Em 2000, mais da metade da população local era analfabeta (58,2%), o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) era de 0,214, menos da metade da média nacional e um dos mais baixos do Brasil. Por causa desses indicadores sociais indigentes, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheu a pequena localidade como projeto-piloto do Fome Zero, programa fracassado que seria remodelado no Bolsa Família, em 2003. Das 4.400 pessoas que moram no município, apenas 265 não recebem hoje o benefício.

O dinheiro ininterrupto ao longo dessas quase duas décadas ajudou a criar uma forte base de apoio ao PT na acanhada Guaribas, o que se refletiu em votações consagradoras por ali na reeleição de Lula em 2006 e nas duas vitórias de Dilma Rousseff, em 2010 e 2014. Na última eleição presidencial, Fernando Haddad herdou esse espólio e colheu 97,99% dos votos na cidade, enquanto Jair Bolsonaro teve míseros 2,01%. Outros municípios dessa região do sudoeste do Piauí também entregaram bons resultados para Haddad em 2018.

Esse cinturão próximo às divisas com Bahia e Pernambuco, que por mais de uma década foi irrigado pelo dinheiro do Bolsa Família, agora está sendo inundado pelo auxílio emergencial distribuído pelo governo de Jair Bolsonaro. Em todos esses municípios onde o petismo reinou nas últimas eleições, ao menos 40% da população recebe a verba extra. Dados oficiais mostram que o valor médio pago nesse trecho isolado das bordas do sertão gira em torno de R$ 700, mais de três vezes o benefício médio do Bolsa Família, de R$ 200.

O efeito dessa gastança numa terra seca onde sempre faltou quase tudo já aflora por ali. Época esteve por quatro dias na região para captar os impactos do auxílio emergencial na vida dos trabalhadores rurais e também em sua visão sobre o governo e os políticos. “Quando morava com minha mãe, a casa era cheia de cartazes do Lula. Meus pais idolatravam ele. Repetia na hora da refeição que só tinha comida na mesa por causa do Lula. Cresci ouvindo isso. Votei na Dilma porque o PT tirou minha família da miséria. No Haddad, por obediência a meus pais. Mas agora mudei meu voto porque o Bolsonaro foi mais generoso, provou ser mais mão aberta na crise do vírus”, explicou a agricultora Maria da Paz.
Fonte: Época

Homem é morto a tiro no município de Várzea da Roça-BA

Na manhã deste sábado, 11 de julho de 2020, por volta das 10h40min, a guarnição da Polícia Militar de Várzea da Roça estava fazendo rondas no povoado da Chapada e foi informada que havia ocorrido um homicídio em uma comunidade conhecida por Várzea do Curral.

A guarnição compareceu ao local e viu a veracidade do caso. Reginaldo da Silva de Oliveira, natural de Várzea da Roça, que residia na fazenda Cabaceiro, foi morto a tiros.

A Polícia Militar isolou o local e imediatamente informou a central para acionar a Policia Civil e o Departamento de Polícia Técnica.
Fonte: Agmar Rios