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sexta-feira, 24 de abril de 2020

Estelionatária é presa após comprar celular com notas falsas em Feira de Santana

Uma mulher, que não teve a identidade divulgada, foi presa em flagrante, na tarde de quinta-feira (23/4), por investigadores da 2ª Delegacia de Feira de Santana, com R$ 2 mil reais em notas falsas. O flagrante aconteceu após compra de um smartphone. Os policiais civis receberam a denúncia e fizeram uma campana até encontrar a suspeita.

Após reconhecimento da vítima, a estelionatária informou que havia pegado o dinheiro falso com o namorado. “As notas possuíam o mesmo número de série. Durante o flagrante, outra vítima da mulher apareceu e contou que caiu no mesmo golpe”, explicou o titular da 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Feira de Santana), Roberto Leal. O delegado acrescentou que após registro do flagrante, a criminosa está à disposição da Justiça.
Fonte: Correio 24 Horas

Adolescente de 13 anos armada que ameaçou policiais em filmagem, pede desculpas (vídeo)

Nessa semana viralizou nas redes sociais um vídeo em que uma adolescente armada, de 13 anos, apareceu ameaçando policiais. As filmagens chegaram aos olhares da polícia, a jovem apareceu novamente em um vídeo, só que dessa vez, pedindo desculpas aos agentes pelo vídeo registrado anteriormente.

A menina, em um vídeo gravado por um homem ainda não identificado menina, diz que futuramente será matadora de polícia, “bote fé na minha ideia, quando eu crescer, vou ser terrorista de polícia”, disse. De acordo com a gravação, a garota ainda cita o nome de alguns agentes da polícia.
Ao chegar ao conhecimento dos agentes o vídeo, a adolescente teve que se retratar pela ameaça. Ainda essa semana foi publicado um novo vídeo, em que a menina aparece chorando, “me perdoem, eu realmente fiz um vídeo absurdo, falei coisas que ofenderam a todos vocês policiais. Vim pedir desculpa, pedir perdão”, disse.
Veja o vídeo abaixo:
Fonte: Berimbau Notícias

Corpo de locutor é encontrado morto ao lado de carro de som em chamas em Cruz das Almas

Foto: Fábio Santos / Voz da Bahia
José Claudio Ribeiro dos Santos, 45 anos, locutor, e proprietário de um veículo com sistema de som o qual utilizava-se para realizar publicidades em Cruz das Almas, no Recôncavo da Bahia, foi encontrado morto na manhã desta quinta-feira(23).

‘Zé Mega Som’ como era conhecido foi encontrado morto e em chamas ao lado do seu “carro de som” no bairro da Tesoura no centro da cidade. De acordo com informações de populares, José teria cometido suicídio ateando fogo no próprio veículo em via pública, fato que ainda não foi confirmado pela Polícia Civil.

Ainda conforme relatos, o locutor chegou a enviar um comunicado a família, solicitando que cuidasse dos seus dois filhos. O Serviço Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado, mas o profissional já estava sem os sinais vitais.

José trabalhava com carro de som
Covid-19
No último dia 26 de Março em sua rede social, Zé Mega Som, publicou uma mensagem falando a respeito das dificuldades que os profissionais de atividades informais, como ele, estaria enfrentando. Na mensagem postada no Facebook, a vítima denunciava o abuso imposto por comerciantes locais que teriam elevado preços dos produtos. No post ele cita que Só Deus poderia ajudar os pobres num momento tão difícil quanto este.

Reportagem e fotos: Fábio Santos / Voz da Bahia

quinta-feira, 23 de abril de 2020

WhatsApp vai permitir chamadas de grupo com até oito pessoas

O WhatsApp é o aplicativo de mensagem mais utilizado no Brasil e no mundo. Uma das funções do app é a realização de chamadas de áudio ou em vídeo. Porém, esse recurso era limitado a, no máximo, quatro pessoas. Na última atualização, porém, a ferramenta passou por mudanças, e agora aceita até oito pessoas por chamada (em áudio ou em vídeo).

Os testes para essa mudança já estão em curso desde o começo de abril, além de um importante ajuste da interface. Por enquanto, a novidade está disponível apenas nas versões beta mais recente para iOS (2.20.50.25) e Android (2.20.133).

Se você faz parte do programa de teste do aplicativo e ainda não possui o recurso, basta atualizar para a versão mais recente. É importante destacar que o WhatsApp está implementando a atualização gradativamente, e apenas usuários com a versão mais recente poderão participar das chamadas com até oito participantes.

Há duas formas de iniciar uma chamada em grupo no aplicativo:
1. Abra um grupo e toque no botão 'Ligar', aquele com o símbolo de um telefone e um +. Se o grupo tiver mais de quatro participantes, o antigo limite, será necessário selecionar os participantes, caso contrário, a ligação vai ser iniciada automaticamente. Os contatos que não tiverem o número salvo por quem iniciar a chamada não estarão disponíveis para participar.

2. Abra a guia 'Chamadas', toque no botão 'Ligar' e selecione 'Nova chamada em grupo'. Depois, basta selecionar os contatos desejados.

Polícia Federal realiza operação de combate a desvio de verbas destinadas a ações contra Covid-19 em cidade da PB

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (23/4) a Operação ALQUIMIA, com objetivo de combater o desvio de recursos públicos, especialmente mediante crimes licitatórios envolvendo a Prefeitura de Aroeiras/PB.

A operação, deflagrada em conjunto pela Polícia Federal, Controladoria Geral da União (CGU), Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Estado da Paraíba – GAECO, e com auxílio do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, contou com a participação de 20 policiais federais e de 3 auditores da Controladoria Geral da União, sendo realizado o cumprimento de 3 mandados de busca e apreensão na residência do investigado, em uma empresa, e na Prefeitura de Aroeiras. As ordens foram expedidas pela 6ª Vara Federal da Subseção Judiciária em Campina Grande, Paraíba.

ENTENDA O CASO
A presente investigação iniciou-se diante de indícios de irregularidades na aquisição de livros, pela Prefeitura de Aroeiras, com recursos do Fundo Nacional de Saúde, por meio de procedimentos de inexigibilidade de licitação, sob o manto de auxiliar na disseminação de informação e combate à situação de pandemia do Coronavírus – COVID 19. Restou demonstrado que livros e cartilhas similares estão disponibilizadas gratuitamente na página do Ministério da Saúde na internet. Ademais, a CGU apontou que um dos livros foi adquirido pelo Município cerca de 330% acima do valor comercializado na internet, o que ocasionou um superfaturamento correspondente a R$ 48.272,00.

CRIMES INVESTIGADOS
Os investigados responderão pelos crimes de inexigibilidade indevida de licitação (art. 89 da Lei n. 8666/93) e peculato (art. 312 do Código Penal), além de outras condutas criminais correlatas, cujas penas somadas podem chegar a 17 anos de prisão.

NOME DA OPERAÇÃO
O nome da operação, ALQUIMIA, é uma alusão à obtenção do elixir da vida, um remédio que curaria todas as doenças, até a pior de todas (a morte), e daria vida longa àqueles que o ingerissem. Uma das aquisições de livros, feita pela Prefeitura de Aroeiras, ocorreu justamente no período de combate ao COVID-19 e sob o pretexto de enfrentamento ao vírus.

Será concedida entrevista coletiva às 10h, em conjunto com a CGU/PB e o MPF/PB, na nova sede da Polícia Federal, localizada em João Pessoa/PB (Rua Aviador Mário Vieira de Melo, conjunto João Agripino, às margens da BR 230).
Fonte: Bahia Acontece, via Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba

A visita que virou tragédia em família por causa do coronavírus: 'perdi meu marido e meu pai em dois dias'

Uma visita dos pais, em 12 de março, representou o início da fase mais difícil da vida da enfermeira Márcia Cristina dos Santos, de 50 anos.

Os aposentados Adalgiza Gonçalves, de 80 anos, e Benedito dos Santos, 84, deixaram o pequeno município de Uraí (PR), onde moravam, e seguiram a Brasília para visitar a filha e o genro. A viagem havia sido marcada meses atrás. O plano inicial era que eles passassem algumas semanas na casa da filha na capital federal.

Márcia acompanhava sem muita preocupação as notícias sobre o novo coronavírus. Na data em que os pais dela chegaram, em todo o Brasil havia 77 casos confirmados pelo Ministério da Saúde, sendo apenas dois deles no Distrito Federal. Não havia nenhum registro de morte no país. Na época, não havia orientações de autoridades sobre isolamento social ou para que as pessoas evitassem viagens com destinos nacionais.

"Até então, o vírus parecia uma situação distante. Pensava que fosse algo que logo passaria", revela Márcia.

Após os primeiros registros, o Brasil enfrentou um crescimento exponencial de casos de Sars-Cov-2, nome oficial do novo coronavírus. Até a quarta-feira (22/04), havia mais de 45,7 mil registros e 2,9 mil mortes.

"Não acreditava que fosse chegar ao nível em que as coisas chegaram. Não estava acompanhando muito as notícias no começo, por isso não tinha a dimensão do problema", diz Márcia, que há um ano deixou a profissão de enfermeira para abrir um ateliê de costura.

O marido dela, o sargento da Polícia Militar José Romildo Pereira, era mais preocupado com o novo coronavírus. Por trabalhar nas ruas, ele temia levar o vírus para casa. Desde os primeiros registros no país, ele passou a adotar medidas como a higienização constante das mãos e não tinha contato com a esposa antes de tomar banho, após retornar do serviço.

A família tinha diversos planos para os próximos meses. Márcia e José, que estavam juntos havia 10 anos, desfrutavam da casa que haviam construído recentemente. Em abril, o policial entraria de férias. Até junho, ele deveria se aposentar, após 30 anos de trabalho na PM.

Os planos, porém, foram tomados pelo novo coronavírus. No início de abril, Márcia perdeu o marido e o pai. Ela não conseguiu se despedir ou acompanhar o breve enterro deles, pois também foi diagnosticada com a Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus.

"Está sendo muito difícil. Ainda estou anestesiada, porque não parece verdade. A minha ficha ainda não caiu. Tudo isso aconteceu tão de repente", diz à BBC News Brasil.

Os primeiros sintomas
Quatro dias após chegar a Brasília, Benedito apresentou dificuldades neurológicas — sintomas atribuídos ao novo coronavírus. "O meu pai começou a perder noção de dia e hora. Ele nunca tinha passado por isso. Eu e minha mãe estranhamos", detalha. Com o passar dos dias, a situação se agravou. "Ele ficou muito diferente. Sempre foi uma pessoa ativa, mas estava muito cansado e esquecido. Depois, começou a ter febre", relata Márcia.

No mesmo período, José também apresentou problemas de saúde. "Ele teve febre e ficou muito cansado", diz a viúva. O policial era diabético e tinha problemas pulmonares, em decorrência de complicações de saúde de anos atrás.

Os parentes acreditaram que os dois pudessem estar com uma gripe forte. Os dias passaram e os sintomas pioraram. Em 22 de março, Márcia levou o marido ao hospital. "Ele foi diagnosticado com uma gripe alérgica", relata. Desde os primeiros sintomas, o sargento se afastou do trabalho.

O casal retornou para casa. No período, o crescimento exponencial de casos de Covid-19 no Brasil começou a chamar a atenção de Márcia e eles passaram a usar máscaras. Ela já considerava o coronavírus como uma ameaça real.

O sargento continuou com febre alta, mesmo tomando os medicamentos recomendados após o atendimento médico.

"No dia 26 de março, ele começou a ter sintomas piores, como dificuldades para respirar, dores nos pulmões e uma tosse muito seca. Levei ele ao pronto-socorro e a saturação de oxigênio dele estava muito baixa", relata.

José foi internado com urgência e encaminhado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os exames apontaram indícios de pneumonia, com características semelhantes às da Covid-19.

Após deixar o marido no hospital, Márcia voltou para casa e soube que os problemas de saúde do pai haviam piorado. "Chamamos uma ambulância e o acompanhei até o Hospital da Asa Norte (HRan), em Brasília. Estive com ele durante toda aquela madrugada", comenta. Ele também foi considerado um paciente suspeito de Covid-19, em razão dos problemas respiratórios e da tomografia apontar comprometimento nos pulmões.

Márcia confessa que chorou copiosamente ao chegar em casa, após ver o marido e o pai no hospital.

No dia 27 de março, ela não saiu mais de casa. Após ter sintomas como cansaço, tosse e falta de ar, ela procurou atendimento e os médicos também a consideraram como um caso suspeito de Covid-19. Em razão disso, teve de ficar em isolamento.

Em sua própria casa, ela se trancou em sua suíte para evitar contato com a mãe. "Precisava proteger a minha mãe, porque ela é hipertensa e poderia até mesmo morrer se pegasse o vírus", diz. A idosa foi a única entre os quatro que não apresentou sintomas de Covid-19. "A minha mãe nunca foi de dar muitos abraços ou beijos, então acho que isso evitou que ela pegasse o vírus", diz.

Os resultados dos exames de Márcia, José e Benedito deram positivo para Covid-19. "Não sabemos quem pegou primeiro e passou para os outros. Pode ter sido o meu pai, durante a viagem; meu marido, durante o trabalho, ou até mesmo eu em algum momento que saí de casa. É difícil saber", diz Márcia.

As mortes do pai e do marido
Dentro da suíte que dividia com o marido, Márcia viveu dias angustiantes à espera de respostas sobre a saúde dos entes queridos.

Em 2 de abril, ela se assustou ao receber mensagens de condolências nas redes sociais. "Estranhei, mas depois fiquei sabendo pela televisão: confirmaram o óbito do sargento que estava internado no hospital. Era o meu marido. Primeiro contaram para a imprensa", lamenta. No período em que esteve internado, o sargento teve um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico, parada cardiorrespiratória e falência múltipla dos órgãos.

Ela confessa ter ficado anestesiada ao saber da morte do marido e permaneceu em silêncio. "Não podia chorar na frente da minha mãe. Eu não queria que ela soubesse sozinha, porque eu não poderia ampará-la naquele momento", diz. Márcia foi ao banheiro, abriu o chuveiro e chorou copiosamente a perda do marido.

"Chorei baixinho. Foi muito difícil conter a dor", diz.

Dois dias depois, outra notícia triste: o pai dela teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. "De novo fui para o chuveiro e comecei a chorar. Naquele momento, eu tive certeza de que a próxima seria eu."

Apesar de sentir dores pelo corpo, falta de ar e febre, ela não quis ser internada. "Não queria deixar a minha mãe sozinha", diz. Os três irmãos de Márcia moram no Paraná.

José e Benedito foram enterrados nos dias seguintes às suas mortes. Os procedimentos fúnebres foram breves. Eles estavam em caixões lacrados, conforme determina a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Um dos filhos de Márcia — ela possui três, todos do primeiro casamento - e outros familiares ajudaram a organizar os enterros.

"Não consegui acompanhar nada. Estava em meu quarto, reclusa", lamenta Márcia. Na suíte de casa, ela alternava entre momentos de incredulidade e outros de choro silencioso.

Após 15 dias em isolamento, Márcia foi considerada recuperada. Já sem sintomas, ela saiu da suíte em 13 de abril. "A primeira coisa que fiz foi contar para a minha mãe. Ela ficou tão incrédula quanto eu. Estamos muito tristes com tudo isso. Mas parece que a ficha ainda não caiu. Uma não gosta de chorar na frente da outra", diz Márcia.

Quando a situação da pandemia acalmar, ela pretende levar a mãe de volta para o Paraná. "Farei isso daqui a alguns meses. Por enquanto, ela vai passar o isolamento comigo", diz. "Uma está cuidando da outra. É como se estivéssemos adiando o luto, para sofrermos lá na frente, quando estivermos sozinhas. Foi a forma que encontramos para lidar com isso", comenta.

Evangélica, ela afirma que se apegou à fé para enfrentar as perdas. "Independente da religião, acredito que a fé é muito importante em momentos assim", pontua.

O mais difícil para Márcia, desde as mortes de José e Benedito, tem sido lidar com a saudade. "O meu marido foi um homem incrível. Éramos muito felizes. A gente planejava começar a viajar muito, após a aposentadoria dele. A nossa vida era muito boa", lamenta. "O meu pai também foi um homem incrível. Ele fazia tudo pelos filhos e me ensinou muitas coisas", diz.

Após as perdas, ela pede que as pessoas se conscientizem sobre os cuidados referentes ao novo coronavírus.

"É muito mais sério do que eu pensava. As pessoas precisam usar máscaras e higienizar as mãos. Você nunca sabe o que vai acontecer em seu organismo quando pega o vírus. É importante se cuidar, não só por você, mas também pelos outros", diz Márcia.

Mulher morre após tomar choque em tanquinho de lavar roupas em Saúde-BA

Na manhã dessa quinta-feira (23), no bairro alto da Santa Cruz, na cidade de Saúde, uma mulher identificada de 32 anos morreu eletrocutada, após tomar choque em um tanquinho de lavar roupas.

 Adriana era mãe de dois filhos menores, segundo informações de vizinhos ela estava no quintal de sua casa lavando roupas quando tomou o choque, vindo a óbito no local.

O corpo da vítima que deixa dois filhos menores, foi recolhido pelo Departamento de Polícia Técnica para o Instituto Médico legal, de onde será liberado para sepultamento.
Com informações do Espaço Aberto

Homem é preso por prática de contrabando em Piritiba-BA

Por volta das 11 da manhã de quinta-feira, 23 de abril de 2020, a GU “Guarnição” em apoio as blitz da saúde na entrada da cidade de Piritiba, interceptou um veículo L200 Triton Mitsubishi, placa JRP 6784, cor prata, conduzida por Robson Boaventura dos Santos, residente na cidade de Conceição do Coite-BA.

Ao ser indagado o condutor do veículo não possuía CNH ( Carteira Nacional de Habilitação) e foi verificado no interior do veículo várias caixas de cigarros, remédios, comprimidos, fumos em pacotes, várias escovas de dentes infantis e adultos e presto barbas.

Ao ser perguntado pelos policiais sobre as notas fiscais dos objetos que estava sendo transportados o condutor indagou dizendo que não possuía. Dando continuidade a busca no veículo, foram localizado em espécie o valor de R$ 1.848,00, em cheques R$ 15.082,00 e R$ 131.166,00 reais em cheques devolvidos.

Não sendo comprovada licitude de toda a mercadoria, o motorista foi conduzido para a Delegacia de Polícia de Piritiba, pelos policiais Sarg. Paulo Miranda e o SD. Felipe, com suspeita de contrabando e Robson foi apresentado ao delegado Dr. Pedro, que fez os procedimentos legais e atuado no artigo 334 do código penal.

Veja o que diz o artigo 334, do código penal brasileiro
“O artigo 334 do Código Penal tipificava, conjuntamente, a prática dos crimes de contrabando e descaminho, atribuindo pena idêntica de reclusão de 1 a 4 anos para tais crimes. Por sua vez, descaminho ocorre quando não há pagamento dos tributos devidos pela entrada, saída de mercadoria no país.”
Fonte: Blog Chapada Urgente