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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Thullio Milionário passa a dar beijo quádruplo em show (vídeo)

Apesar da recente confusão em que uma fã casada o acusou de beijá-la à força e depois se arrependeu, o cantor Thullio Milionário decidiu intensificar a ação e passou a beijar três admiradoras de uma vez em suas apresentações.

Nas suas redes sociais, ele tem compartilhado a noção "ação promocional". "A moda pegou... forró beijando com três meninas", escreveu. Considerado o "fenômeno das vaquejadas", o artista do Grande do Norte ficou famoso justamente por chamar mulheres em seus shows para beijá-las.
Veja o vídeo abaixo:

Governo estuda em aumentar o valor pago pelo bolsa família

Uma nova medida sobre o Bolsa Família está sendo estudada pelo Ministério da Economia. Com ela, o governo visa aumentar o orçamento destinado ao programa este ano, com o intuito de acabar com a fila acumulada em 2019. A grande espera pelo auxílio não ocorria desde 2017.

Entretanto, para aumentar o valor disponibilizado pelo Bolsa Família, será necessário uma organização no Orçamento do Governo Federal, visto que cerca de R$ 24 bilhões em recursos permanecem bloqueados para os ministérios. As filas do programa em 2019 ocorrem devido a ausência de recursos, de acordo com informações divulgadas pelo Folha de São Paulo.

A fila de espera se dá pela demora superior a 45 dias para a resposta do programa. O orçamento do Bolsa Família para 2019 é de R$ 29,4 bilhões, já tendo sido repassados R$ 22,7 bilhões até setembro. No último mês, cerca de 13,5 milhões de famílias foram beneficiadas, recebendo benefícios no valor médio de R$ 189,21.

Recursos reservados para Bolsa Família 2020
O Governo Federal reservou cerca de R$ 30 bilhões para o programa em 2020. Entretanto, este valor não conta com a promessa de campanha do atual presidente Jair Bolsonaro (PSL).

A promessa incluía um 13º pagamento para os beneficiários do Bolsa Família. Para passar a valer, o governo precisa realizar uma medida provisória. Além disso, esse total não conta também com o reajuste previsto para o benefício.

O programa foi criado em 2004 com a finalidade de atender famílias que se encontram em situação de pobreza e extrema pobreza. Ou seja, famílias que possuam renda de até R$ 89 mensais por pessoa (extrema pobreza) ou entre R$ 89,01 e R$ 178 mensais (pobreza). Ademais, é necessário possuir crianças ou adolescentes entre 0 e 17 anos no núcleo familiar.

O cadastro deve ser feito por meio do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, não tendo um específico para o Bolsa Família. Com isso, é de responsabilidade dos municípios e do Distrito Federal a realização do cadastramento das famílias.

Contudo, o pagamento do benefício depende no número de famílias que já estão sendo beneficiadas pelo município, relacionando o total de famílias pobres destes locais com o total de recursos previstos para o programa. Novas famílias entram mensalmente no Bolsa Família, visto que há famílias que também saem a cada mês.

Prefeitos de Saúde, Ourolândia e Mirangaba são multados pelo TCM

Na sessão desta quarta-feira (02/10), o Tribunal de Contas dos Municípios julgou procedente denúncia formulada pelo vereador da cidade de Saúde, Claudiano de Menezes Jatobá, contra Sérgio Luiz da Silva Passos, prefeito de Saúde, João Dantas de Carvalho, prefeito de Ourolândia e Adilson Almeida Nascimento, prefeito de Mirangaba. O conselheiro Fernando Vita, relator do parecer, determinou a formulação de representação ao Ministério Público Estadual, para que seja apurada a prática de improbidade administrativa em razão da acumulação ilegal de diversos cargos públicos, nos três municípios, por um único servidor. Os conselheiros do TCM aprovaram, ainda, a aplicação de multa no valor de R$ 2 mil a cada um dos prefeitos.

A denúncia foi formulada pelo vereador, que relacionou os cargos de seu conhecimento que o polivalente e onipresente servidor Lucas Dias Bezerra ocupava ilegalmente nos três municípios da região. Em Saúde, tem ou tinha a responsabilidade de coordenar o Serviço de Atenção Básica (40 horas semanais de trabalho). Nos intervalos deste trabalho, era pago como fonoaudiólogo (por 20 horas no exercício da profissão) pela prefeitura de Mirangaba. Para completar a extensa carga de trabalho agora como fisioterapeuta em Ourolândia – contrato que exigia 20 horas semanais de dedicação. Como o dia, para ele, tem mais de 24 horas, Lucas Bezerra – de acordo com documentos apresentados na denúncia – ainda encontrou tempo, em outubro de 2016, para atuar na Unidade Básica de Saúde de Taquarandi, pertencente ao município de Mirangaba, com carga semanal de 30 horas.

Na defesa, os prefeitos não conseguiram descaracterizar a irregularidade. E para o conselheiro relator, não restam dúvidas de que a conduta deles “violou o princípio da

Moralidade, que na Constituição da República constitui pressuposto de validade de todo ato administrativo”.

Cabe recurso da decisão.
Fonte: TCM/BA

Pedreiro morre após desabamento de obra em Barreiras (vídeo)

Uma pessoa morreu e duas ficaram feridas após o desabamento de uma construção localizada no bairro Morada da Lua em Barreiras. Segundo informações apuradas pelo Site Mais Oeste, o acidente ocorreu por volta do meio-dia de quarta, 02, quando uma laje da construção estava sendo concretada e acabou desabando provocando um soterramento.

Uma vítima identificada

A vítima era um pedreiro que trabalhava na obra, trata-se Florenice de Jesus Vilassa, de 49 anos, as outras duas vítimas, também trabalhava na obra foram encaminhadas para o HO. A polícia técnica este no local e vai continuar nos procedimentos para ver quais foram as causas do trágico acidente. O corpo de bombeiros esteve no local prestando atendimento.

Veja o vídeo abaixo:

O "supermosquito" que nunca existiu em Jacobina-BA


ILUSTRAÇÃO DE PAULA CARDOSO SOBRE FOTO DE BERNARDO ESTEVES
Um estudo controverso sobre mosquitos transgênicos publicado em setembro espalhou medo entre o público e fez cientistas torcerem o nariz. Assinado por dez cientistas dos Estados Unidos e do Brasil, o trabalho mostrou que os Aedes aegypti transgênicos soltos entre 2013 e 2015 em Jacobina, no interior da Bahia, se reproduziram, transferindo genes para a população local de mosquitos. Os insetos modificados geneticamente deveriam, em teoria, gerar filhotes frágeis, que não chegariam à idade adulta, mas os autores mostraram que alguns desses filhotes vingaram e estavam cruzando com os Aedes baianos.

Os mosquitos transgênicos soltos no Brasil foram desenvolvidos pela Oxitec, uma empresa britânica de biotecnologia que tem uma unidade em Campinas. Eles são manipulados em laboratório e recebem um gene que leva os filhotes a morrer antes que possam se reproduzir – interrompendo, com isso, a proliferação dos insetos. A estratégia foi concebida como mais uma arma no arsenal de combate às doenças que o Aedes transmite – dengue, zika, chicungunha e febre amarela.

Publicado na Scientific Reports, uma revista científica bem conceituada, o estudo afirma que os Aedes híbridos (filhos dos mosquitos transgênicos com os mosquitos baianos) encontrados em campo poderiam ser mais robustos que os animais selvagens que viviam em Jacobina antes da liberação dos transgênicos. O artigo sugere ainda que a transferência de genes dos mosquitos modificados poderia introduzir na população local a resistência a inseticidas, embora os autores não tenham feito experimentos para testar essas hipóteses. No entanto, foi justamente essa a alegação que fisgou a atenção dos editores de portais de notícias, que destacaram nas manchetes a possível criação de um “supermosquito” resistente.

Especialistas que não participaram do estudo ouvidos pela piauí viram alarmismo infundado nessa conclusão, embora não contestem os métodos e resultados experimentais. “É um trabalho sólido em nível técnico e fica claro que os transgênicos estão se reproduzindo”, disse o microbiologista Edison Durigon, que estuda vírus transmitidos pelo Aedes no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP). “Mas as conclusões são baseadas em especulações que não acompanham os resultados apresentados.”

Para a demógrafa carioca Marcia Castro, que investiga a dinâmica de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti na Universidade Harvard, nos Estados Unidos, faltou rigor no processo de avaliação por pares adotado pela revista Scientific Reports para se assegurar da qualidade do material publicado. “Um revisor sério não deixaria passar a linguagem sensacionalista de algumas alegações, que não cabem num periódico científico.”

Os exageros levaram um grupo de seis dos sete coautores brasileiros a solicitar ao grupo Springer Nature, que edita a Scientific Reports, que tire de circulação o artigo que publicaram. Alegam que não tiveram acesso ao texto que assinam. O artigo admite que a redação do manuscrito ficou por conta exclusiva de Jeffrey Powell, autor principal do estudo, que não teria submetido o texto à aprovação dos coautores. “Ele nunca mandou um e-mail e não pode provar que se comunicou conosco”, disse a bioquímica Margareth Capurro, da USP, coautora do trabalho. “Se de fato os autores brasileiros não leram o artigo, isso configura um problema sério de ética na academia”, disse Marcia Castro.

Procurado pela piauí, Powell não quis dar entrevista, mas disse por e-mail que “sustenta a validade científica e o rigor dessa publicação com revisão por pares”. O americano é líder de um laboratório que pesquisa a genética do Aedes e de outras espécies de animais na Universidade Yale, nos Estados Unidos. Geneticista veterano, fez doutorado nos anos 1970 com Theodosius Dobzhansky, um dos grandes nomes de sua disciplina no século passado.

O americano foi trabalhar com os pesquisadores brasileiros a convite do geneticista Aldo Malavasi, professor aposentado da USP e fundador da Moscamed, uma biofábrica de mosquitos à qual a Oxitec se associou nos projetos piloto de liberação dos Aedes transgênicos na Bahia. Diferentemente dos colegas brasileiros, Malavasi saiu em defesa dos resultados do artigo. “O que foi publicado está correto e foi bem feito, não tem que retratar nada.” O geneticista afirmou ainda que teve acesso ao artigo antes da publicação e que não lhe ocorreu sugerir nenhuma modificação.

O grupo Springer Nature confirmou à piauí que recebeu questionamentos ao trabalho, mas não quis comentar o caso, alegando confidencialidade. O artigo foi atualizado para informar que os editores estão avaliando as críticas recebidas e que reagirão de acordo com os resultados da análise.

Os insetos da Oxitec – que a empresa chama pelo nome comercial de “Aedes do Bem” – foram os primeiros animais geneticamente modificados a receberem sinal verde para liberação na natureza no Brasil. Foram soltos em estudos pilotos em duas cidades baianas – Juazeiro e Jacobina – e, desde então, já foram liberados em outros três municípios, em São Paulo e Minas Gerais. A empresa busca parcerias com prefeituras interessadas em contratar o serviço de liberação de insetos modificados como estratégia de combate às doenças transmitidas pelo mosquito (em Piracicaba, o projeto que previa soltar mosquitos durante quatro anos custou à prefeitura 3,7 milhões de reais).

Embora o artigo trate das suas constatações como “consequências não antecipadas” da liberação dos insetos modificados, não era de todo surpreendente que os cientistas encontrassem material genético dos transgênicos na população local de Aedes. Eles sabiam que, em condições de laboratório, de 3 a 4% dos filhotes dos cruzamentos entre transgênicos e selvagens viram adultos capazes de se reproduzir (mas, de novo, apenas 3-4% de seus filhotes chegarão à idade reprodutiva). Como em Jacobina eram soltos cerca de 450 mil mosquitos por semana, ao longo de 27 meses, era de se esperar que alguns transgênicos viessem a se reproduzir.

Os genes identificados pelos pesquisadores são sequências normais encontradas em Aedes aegypti de todo o mundo, e não o gene introduzido em laboratório que torna sua prole incapaz de se perpetuar. Eles puderam ser identificados pelos pesquisadores porque a linhagem transgênica foi feita a partir de um cruzamento de espécimes de Cuba e do México, de perfil genético distinto dos mosquitos brasileiros. As linhagens usadas foram escolhidas justamente por serem mais suscetíveis a inseticidas – o contrário do que sugeria o artigo da Scientific Reports.

Na avaliação do geneticista Aldo Malavasi, a troca de material genético constatada no artigo não é diferente daquela que aconteceria normalmente entre populações distintas de Aedes aegypti que entrassem em contato. “Imagine que chegasse ao Brasil um navio vindo do Haiti carregado de mosquitos”, propôs o geneticista. “Nesse caso, o que aconteceria é a introgressão”, continuou, usando o termo técnico que designa a transferência genética verificada no estudo.

Os mosquitos híbridos resultantes do cruzamento entre os insetos transgênicos e os selvagens foram encontrados principalmente durante o período de liberação, e sua quantidade caía até atingir, ao final da soltura, níveis próximos aos verificados antes do experimento. Como a coleta de amostras analisadas no artigo se encerrou três meses após o fim da soltura, o estudo não permite dizer se os mosquitos que vivem hoje em Jacobina ainda têm em seu genoma sequências vindas da linhagem transgênica introduzida até 2015.

A conclusão do artigo sustenta que, a depender da amostra considerada e do critério de análise, de 10 a 60% dos mosquitos coletados em campo tinham algum trecho do DNA da linhagem transgênica, e não enfatizou a tendência de diminuição progressiva da transferência genética apontada pelos resultados. “A conclusão correta teria que ser que o híbrido acontece, é fraco e está desaparecendo”, disse a bioquímica Margareth Capurro, da USP. “Se fôssemos coletar hoje, não encontraríamos nada [do material genético das linhagens transgênicas].”

Aestratégia de soltar mosquitos transgênicos tem dado certo, ao menos enquanto os insetos são liberados. Os mosquitos da Oxitec liberados em Juazeiro levaram a uma redução de 95% da população local de Aedes aegypti, conforme constatou um estudo de 2015 assinado por muitos dos autores do trabalho da Scientific Reports. Em Jacobina, a redução também passou de 90% conforme números da Oxitec (os resultados não foram publicados na literatura científica).

“O estudo conseguiu um grau de supressão da população de mosquitos muito bom, bem melhor do que conseguimos convencionalmente”, disse o biólogo Pedro Lagerblad, um pesquisador do metabolismo do Aedes no Instituto de Bioquímica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O defeito da estratégia é não ser sustentável, continuou o pesquisador, que não participou do estudo feito na Bahia. “Você tem que ficar comprando mosquitos geneticamente modificados para continuar soltando.” Se a liberação dos insetos transgênicos for interrompida, a população natural de mosquitos acaba por se recompor – como aconteceu em Jacobina 18 meses após o fim da soltura.

Se a incorporação de genes dos mosquitos transgênicos pela população natural era esperada pelos estudiosos, resta entender o significado biológico dessa constatação. “Não há nenhuma evidência de que isso represente um problema ou uma ameaça”, disse Lagerblad. Alinhado com o pesquisador da UFRJ, outros cientistas ouvidos pela piauí também afirmaram que os resultados do artigo não são motivo para preocupação ou pânico por parte da população.

Para Marcia Castro, de Harvard, o trabalho deveria motivar discussões sobre a eficácia do uso dos mosquitos transgênicos no controle da dengue e de outras doenças. A demógrafa afirmou que a operação é custosa e dificilmente poderia ser bancada pelas prefeituras brasileiras, muitas delas em situação financeira crítica. “Em vez de repercutir as notícias sobre os mosquitos Frankenstein, as pessoas tinham que gastar sua energia discutindo se essa solução é boa e como vai ser usada junto com as outras intervenções para controlar as populações de mosquitos.” Castro afirmou ainda que é fundamental estudar os mosquitos que vivem hoje em Jacobina e nas outras cidades onde os Aedes transgênicos foram soltos, para entender se seus genes ainda estão presentes na população selvagem e como esses eventuais mosquitos híbridos estão se comportando.

A alegação não testada de que os Aedes híbridos seriam resistentes a inseticidas pode prejudicar a reputação dos mosquitos transgênicos e atrasar futuros processos de liberação dos insetos. “O estudo traz uma interpretação equívoca que contribuiu para gerar insegurança e indisposição da opinião pública com relação a uma tecnologia que pode contribuir para o controle do Aedes”, afirmou Lagerblad, da UFRJ. Para Margareth Capurro, da USP, “não tem preço” o estrago que o episódio pode provocar na atitude do público frente às novas tecnologias de controle dos mosquitos. “A população não sabe mais se confia em nós. Quem está dizendo a verdade?”, questionou a bioquímica. “Esse artigo só gerou confusão na cabeça de todo mundo.”

A Oxitec julgou adequados os métodos escolhidos para atacar a pergunta que o estudo buscava responder. “Os autores fizeram ciência de boa qualidade no delineamento experimental, nas amostras que coletaram, nos métodos de análise e nos resultados”, disse a geneticista Natalia Ferreira, diretora-geral da Oxitec Brasil. Mas a empresa não endossou as extrapolações feitas na discussão final do artigo e publicou um comunicado apontando as “declarações irresponsáveis” do estudo sobre sua tecnologia. “Num artigo científico você não especula, você desenvolve hipóteses, testa e conclui”, continuou Ferreira. “Mas nesse caso os autores optaram por concluir sobre coisas que não testaram.”

Desde o experimento feito na Bahia, a empresa britânica desenvolveu uma nova geração de mosquitos transgênicos, que ela alega ser mais eficaz e econômica que a dos mosquitos usados nos estudos-piloto. Os insetos estão atualmente sendo testados em Indaiatuba, no interior de São Paulo, e aguardam autorização de uso experimental pelo governo norte-americano para liberação naquele país. A empresa teme perder apoio do público em função do episódio. “Quando acontece uma confusão dessas aumenta a resistência das pessoas em relação às novas tecnologias”, disse Ferreira.

O desgaste da empresa talvez fosse menor se ela tivesse sido mais transparente ao apresentar o projeto à população. No começo de 2016, quando os Aedes transgênicos estavam sendo liberados em Piracicaba, a Oxitec distribuiu à população um folheto de divulgação que afirmava que o inseto “não se perpetua no meio ambiente”. Questionada sobre por que a empresa não explicou naquela ocasião que um pequeno número de mosquitos transgênicos podia ter prole viável e se reproduzir, Ferreira esclareceu que, ao afirmar que o animal não se perpetua, o objetivo era dizer que ele não vai viver para sempre, mas que era esperado que alguns espécimes sobrevivessem por algum tempo.

O órgão do governo federal responsável por regulamentar a liberação de organismos transgênicos no país é a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança. No parecer técnico em que se posicionou favoravelmente à liberação dos mosquitos transgênicos, a CTNBio havia concluído que o animal modificado em laboratório não trazia riscos significativos para a saúde humana ou para o meio ambiente. O órgão disse que está avaliando o artigo da Scientific Reports, que deve entrar na pauta da sua reunião que acontece nesta quarta-feira (02/10). Em nota, a comissão afirmou que “não foi comprovado que [o mosquito híbrido] é mais resistente a estratégias de controle e/ou capaz de causar qualquer tipo de dano às pessoas e ao meio ambiente”.
Fonte: Piauí / Uol

População pede para prefeita sair de Salvador e vim administrar o município de Conceição do Jacuípe

Os moradores da localidade da Tribo, pedem ajuda à prefeitura de Conceição do Jacuípe, para que tome as devidas providências e assim tentar sanar os problemas das ruas que estão cheias de buracos e lama.

Eles contam que algumas ruas está sendo pavimentadas, entretanto, outras encontram quase intrafegável por conta dos buracos e da lama, prejudicando os moradores daquela região que precisam trafegar diariamente pela rua.
Veja na íntegra a denúncia da moradora:
"Queria pedir encarecidamente a prefeita Normélia Correia, que olhe pelo bairro do Guedes! Ruas alagadas, cheia de buracos e lama. É um lugar onde moram muitas crianças, que ficam expostas a doenças. Com a lama, aumenta a proliferação de insetos, e sapos.
Eu como uma conjacuipense que voto e pago os meus impostos, juntamente com os demais moradores pedimos que coloque pelo menos um pó de pedra. Saia de Salvador e venha administrar o município a qual a senhora está sendo paga”.

Com informações do Berimbau Notícias

Suspeito de homicídio cospe em repórter em saída de delegacia; jornalista revida (vídeo)

O homem, de 45 anos, preso suspeito de ter matado Aline da Silva Dantas, de 19 anos, que saiu para comprar fraldas para sua filha na cidade de Alumínio, no interior de São Paulo, cuspiu em uma repórter quando deixou a delegacia na noite da quarta-feira (2/10).

Nas imagens, é possível ver o suspeito, um eletricista, cuspindo na jornalista Elisangela Carreira e ela, por sua vez, reagiu e o agrediu com o microfone. A polícia concluiu que o homem aproveitou a oportunidade em que viu Aline sozinha para atacá-la.


Os laudos apontam que existia material genético dele embaixo das unhas de Aline, o que indicaria que ela tentou se defender durante as agressões. Segundo os exames, ele foi o responsável por ter levado ela para uma área de matagal e tê-la matado. De acordo com a polícia, ele agiu sozinho. 

Prisão do suspeito
A polícia prendeu nesta quarta-feira (2/10) um homem apontado como o principal suspeito de ter matado e abusado sexualmente de Aline Silva Dantas, de 19 anos. A jovem desapareceu no dia 8 de setembro, quando saiu para comprar fraldas na cidade de Alumínio, interior de São Paulo. 

O suspeito foi encontrado após a análise da pele embaixo das unhas do corpo de Aline, que combinou com as digitais do homem. O suposto autor do crime tem 45 anos, trabalha como porteiro, é casado e tem dois filhos. A polícia investigava outros três homens, que não tiveram suas digitais correspondidas ao material encontrado.

O corpo de Aline foi localizado pela polícia no dia 11, num matagal da cidade, com sinais de abuso sexual e com algumas partes queimadas. Um dia depois do crime, ele teria voltado ao local onde estava o corpo e colocado fogo.
O suspeito já era fichado por uma tentativa de estupro, no ano de 2012. Ele nega que tenha praticado o crime. Segundo as investigações, não houve qualquer motivo para o crime: o suposto autor do crime teria abordado aleatoriamente Aline.
Assista ao vídeo:

Deficiente do distrito de Angico de Mairi-BA, pede ajuda para comprar cadeira motorizada


Etevanio Alves Cerqueira (Tane), do distrito de Angico, município de Mairi-BA, que ficou deficiente após sofrer grave acidente de moto, pede ajuda para comprar uma cadeira de rodas motorizada.

O mesmo sofreu grave acidente de moto há 12 anos na cidade de Itaquaquecetuba-SP, conhecida como Itaquá, localizada na região metropolitana de São Paulo.

Etevanio disse que tem muita dificuldade para sair na rua com a cadeira normal. Tem que ter uma pessoa para ajudar e levantar as rodas da frente da cadeira, porque o calçamento é de paralelepípedo.

Ele alerta a todos para usar capacete. "Eu peço a todos que usem capacete, que é a única segurança que tem na moto. Se não fosse o capacete, eu tinha morrido", disse Etevanio.

Quem puder ajudar, pode ligar para o mesmo através do contato abaixo.

Contato: (74) 9 9807-4557, falar com Tane.

Conta bancária

Agência: 0998-9
Conta poupança: 21.939-8
Etevanio Alves Cerqueira
Banco do Brasil
Mairi-BA

Fonte: Agmar Rios