
A polícia da cidade confirmou que o gari foi detido e liberado após depoimento. Mas, de acordo com os relatórios da delegacia, os policiais envolvidos teriam pedido para que o funcionário parasse de varrer, pois a poeira estava atrapalhando os policiais. Ainda seguindo a versão da polícia, o gari teria insultado os policiais antes da prisão. Em nota, a Polícia Militar reforçou a versão da delegacia de Jequié, e informou que os policiais solicitaram ao gari que ele interrompesse momentanemente o trabalho. Após uma resposta desrespeitosa, o funcionário foi conduzido a delegacia.
Em contato com o G1, o coordenador do Sindilimp, José Carlos Conceição de Jesus, informou que uma paralisação acontece por tempo indeterminado e pretende pressionar a empresa responsável pela limpeza da cidade a tomar uma atitude em defesa dos funcionários. “Estamos reunidos na sede da empresa e não vai acontecer varredura em Jequié até que alguma providência seja tomada”, contou. A Secretaria de Serviços Públicos de Jequié confirmou a paralisação e informou que uma reunião deve aconceter na manhã desta terça-feira para que o problema seja solucionado.