' ANGICO NO AR: Haverá 4 milhões de casos de zika nas Américas: OMS ensina a NÃO estar entre eles

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Haverá 4 milhões de casos de zika nas Américas: OMS ensina a NÃO estar entre eles

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta quinta-feira (28) que poderá haver até 4 milhões de casos de contaminação pelo zika vírus. O órgão já estuda maneiras de brecar o avanço das infecções e recomenda medidas preventivas. Veja a seguir.

Prevenção do zika vírus: recomendações da OMS

Diante da probabilidade de que ocorram entre 3 e 4 milhões de contaminações pelo zika vírus no continente americano, a OMS planeja aumentar o controle do vetor (o mosquito Aedes aegypti) e tomar medidas para evitar a contaminação:

- Criadouros de mosquito devem ser eliminados: baldes, vasos e pneus podem se tornar um ambiente propício ao Aedes aegypti mesmo que contenham pequena quantidade de água. Para isso, o indicado é esvaziar, limpar e tampar esses “recipientes”, medida que evita também a dengue e a febre chikungunya;


-Uso de larvicidas específicos na água parada também pode ajudar;

-Todas as pessoas que moram ou vão visitar locais com grande quantidade de Aedes aegypti devem usar repelente de insetos, usar roupas que cubram a maior quantidade de pele possível, usar barreiras como telas, portas e janelas e dormir com mosquiteiros;

-Gestantes que vão visitar áreas com grande quantidade do mosquito Aedes devem procurar um serviço médico antes de viajar e logo ao voltar. Mulheres que acreditarem ter sido expostas ao zika devem consultar o médico e lhe contar sobre a suspeita para um monitoramento ainda mais cuidadoso da gravidez;

-A OMS diz ainda que a decisão de adiar gravidez diz respeito à mulher, seu parceiro e seu médico.

Por fim, a OMS diz que não irá esperar até que haja uma confirmação da relação entre o zika vírus e a microcefalia (ligação confirmada no Brasil pelo Ministério da Saúde) para agir. A vacina contra o micro-organismo já está sendo desenvolvida pelo Brasil em parceria com instituições internacionais.

Por Bolsa de Mulher